Entenda os riscos do controle manual das jornadas de trabalho

Entenda os riscos do controle manual das jornadas de trabalho

Segundo a CLT e a Lei da Liberdade Econômica no Brasil, toda empresa com quadro a partir de 20 funcionários precisa dispor de instrumentos de controle de jornadas.

É por meio do controle de jornadas que o empregador acompanha o horário de entrada e saída de seus colaboradores e é assim que os trabalhadores podem se certificar de que estão recebendo corretamente.

O modo mais arcaico de controle de jornadas é o manual: através de cadernos ou livros de registro de ponto: o livro fica na entrada para o local do trabalho ou no espaço para o qual todos os funcionários se dirigem antes de começar as demandas.

Hoje, inclusive, existe o controle de ponto remoto (Legitimado pela Portaria 373/2011, Ministério do Trabalho e Emprego) que facilita muito o processo, principalmente para empresas que possuem colaboradores em diferentes localidades.

Mesmo assim, a anotação manual acontece em algumas situações, como quando o quadro de colaboradores e estrutura da empresa é pequena ou a empresa não percebe os riscos que esse método pode acarretar.

Vamos aos principais:

Controle de jornadas manual e a fraude

Esse é o mais comum. Como essa ferramenta prevê que o funcionário “assine o ponto” manualmente, é possível que um colega cumpra essa tarefa por ele, de maneira mal intencionada, claro.

Aliás, essa prática é razão para demissão por justa causa para quem pediu e para quem consentiu a fraude. Não é muito difícil esboçar a assinatura de alguém, ainda mais em uma planilha com vários nomes e rubricas feitas de maneira rápida.

Controle de jornada manual e o extravio

Essa falha também ocorre e é muito grave. Suponha que, por qualquer motivo, o RH simplesmente perdeu o caderno de pontos de um mês inteiro. Nesse caso, conforme preconiza a lei, vai prevalecer o horário contratualizado ou, pior, o horário que o funcionário alegar. Se ele disser que fez hora extra sem ter feito, por exemplo, prevalecerá a versão dele.

Controle de jornada manual e as falhas

Nem todos têm letra legível. Nessa hora, é comum que o horário seja marcado de maneira ilegível ou rasurada, criando muita dificuldade para fazer a apuração do ponto.

Controle de jornada manual e o tempo de apuração

Relacionado ao tópico anterior, esse problema é muito recorrente nos Departamentos Pessoais. Demora-se muito tempo para interpretar o caderno de ponto, corrigir erros, reparar rasuras, solicitar informações, entre outros procedimentos.

O RH acaba obstruindo sua rotina com uma tarefa demorada e que já pode, há bastante tempo, ser digitalizada. Os relógios eletrônicos de ponto substituem com maior precisão e segurança os controles de jornada manuais, dando maior confiabilidade às relações de trabalho. A partir de agora, os profissionais são identificados por meio de suas impressões digitais ou com senhas, cartões de proximidade e códigos de barras.

A Control iD, por exemplo, é uma marca que fornece relógios de ponto de última geração para todos os Estados brasileiros e em mais 15 países. O custo-benefício, de fato, se mostra muito positivo, diante de tantos benefícios que essa substituição vai provocar.

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